Produção adicional SINACC — Ortopedia

Comparador do regime antigo (Portaria n.º 207/2017, SIGIC) com o novo regime em vigor desde 1 de julho de 2026 (Portaria n.º 274/2026/1 — tabelas de preços APR36; Portaria n.º 281/2026/1 — regras de pagamento da produção adicional e externalizada, ao abrigo do DL n.º 12/2026 — SINACC). Selecione os GDH, ajuste material, regime e percentagem da equipa. As citações de artigos (ex.: art. 5.º) abrem o texto integral da Portaria 281/2026/1 com âncoras por artigo — o sítio do DR não permite ligações diretas a artigos.

Parâmetros globais

Produção adicional
Sala privada alugada
No cenário de sala alugada, o hospital paga apenas cirurgiões + instrumentistas (fração da equipa acima); anestesia e enfermagem de sala estão incluídas no preço da sala.

Perfil — quem está a ver os valores

Distribuição do valor da equipa (Modelos A/B do hospital — % do valor da equipa)
Modelos A (ambulatório) e B (internamento) de registo de produção adicional do hospital. Pressupostos: cirurgião principal e ajudante dividem a fatia dos cirurgiões em partes iguais; enfermeiros em partes iguais. Escolhido um perfil, o valor individual aparece em itálico por baixo do valor da equipa em cada GDH.

GDH ortopédicos — selecionar para analisar

Regras novas relevantes — Portaria n.º 281/2026/1

Nota — risco de desmotivação das equipas: se a produção adicional deixar de compensar financeiramente os profissionais do hospital (dedução das próteses, fim da majoração ×1,2, pagamento pela severidade 1 e percentagens fixadas abaixo do teto), as equipas ficam desmotivadas para operar fora de horas no SNS. A consequência provável é a redução da produção adicional interna e a saída progressiva dos profissionais para o setor privado — onde a mesma cirurgia externalizada é paga ao preço compreensivo da coluna O/P —, com perda de capacidade cirúrgica própria do hospital público e aumento da dependência da externalização.